setembro 2012

Posts no mês setembro 2012

30. Set. 2012

linhas (sophia bennett)

Arquivado em: Livros são amor

Linhas (Threads) é o primeiro livro de uma trilogia da escritora britânica Sophia Bennett. No Brasil já foi lançado o segundo, Brilhos (Beads, Boys & Bangles), mas ele ainda não faz parte da minha coleção (por enquanto!) e o terceiro, Sequins Stars & Spotlight, eu ainda não vi por aqui (nem sei como a editora vai traduzir o título).

Bom, vou falar um pouquinho sobre a autora, depois sobre os aspectos físicos do livro e, no final, um pequeno comentário sobre sobre a história.

♥ Sophia Bennet:

Fiquei curiosa pra saber um pouquinho mais sobre a autora e acabei encontrando algumas informações no seu site oficial e na sua página no site da editora The Chicken House. Sophia Bennett nasceu em Yorkshire (Inglaterra), em 1966 – ano em que os Beatles lançaram o álbum Revolver, que eu apenas amo. Desde criança ela quis ser escritora… ou aeromoça, ou ginasta olímpica, ou dramaturga, ou designer de moda. Felizmente ela escolheu a primeira opção porque eu realmente acho que ela leva jeito com as palavras.

Como seu pai era do exército, Sophia passou boa parte da sua vida viajando, conhecendo lugares incríveis, aprendendo muitas coisas, mas embora seu grande sonho fosse ser escritora, o que lhe faltava era coragem. Isso mudou quando, em 1997, ela ouviu falar da J. K. Rowling (que ainda estava no começo da carreira) e isso a deixou confiante. Nos 10 anos seguintes ela escreveu várias coisas (histórias de detetives, roteiros, vários contos etc.) e, embora fosse encorajada pelos editores, não fechou nenhum contrato. Felizmente a esperança de ter algo publicado continuou forte e foi no verão de 2008 que ela resolveu ir até a biblioteca escrever uma história que a estava “incomodando”. Essa história virou o livro Linhas – que eu vou apresentar melhor já, já – e hoje a Sophia tem 4 livros publicados. Espero ter todos eles na minha coleção um dia ;) (todos na versão original e na traduzida pro português).

♥ Aspectos físicos:

O livro foi publicado pela Editora Intrínseca e, sinceramente, não tenho nada a reclamar dos livros que tenho que foram publicados por ela. Linhas tem uma capa bem colorida com bolinhas, arabescos, rendas, flores e vestido (tudo combinando em rosa, verde água e roxo, prateado e branco). As páginas são amareladas (), o espaçamento, a margem e a fonte são ótimos e os capítulos são curtos.

 ♥ A história:

Linhas se passa em Londres e conta a história de 4 meninas completamente diferentes, mas que se dão bem: Nonie (a protagonista apaixonada por moda), Jenny (uma atriz), Edie (uma blogueira que é a melhor aluna da sala e quer salvar o mundo) e Crow (uma garota refugiada da guerra civil em Uganda que sofre bullying por ser diferente).

Nonie, Jenny e Edie se juntam para realizar algo grandioso (cada uma da sua forma) e com isso descobrem sobre uma realidade muito triste: a das crianças invisíveis de Uganda. Essas crianças são sequestradas desde 1987 (25 anos, gente!) pelo grupo LRA – Lord’s Resistance Army. (quem quiser saber mais sobre o LRA clique aqui) e, de uma forma muito cruel, deixam de ser crianças.

Durante a leitura nos deparamos com vários assuntos: moda, bullying, amizade, namoro, família, solidariedade…

O livro pode ser considerado um “conto de fadas moderno” e passa uma mensagem muito importante para os leitores: nos mostra que é possível fazer a diferença na vida das pessoas.

É uma leitura agradável (fácil), tocante e inspiradora. Chorei no final!

♥ Links:

Para saber mais sobre a autora: site oficialfacebook e twitter (tudo em inglês)

Para saber mais sobre o livro: Threads Home (página em inglês)

Para saber mais sobre as crianças invisíveis: Invisible Children (página em inglês) e wikipédia

♥ Onde comprar:

* Livrarias Curitiba (em promoção por R$9,90! Aproveitem!)

* Livraria Cultura (está pelo preço normal, R$24,90)

* Livraria Saraiva (no site achei só o volume 2 – Brilhos –, mas acredito que na loja física tenha o Linhas) clique aqui! (obrigada pelo link, Yasmin)

* Fnac (em promoção por R$19,90 – o volume 2 também está em promoção, por R$19,90)

* Estante Virtual –  sebo (vários preços)

 ♥

Editado: olha que fofa a mention que eu acabei de receber no twitter:

Virei mais fã ainda da Sophia Bennett! Eu nem falei com ela que tinha feito o post e mesmo assim ela viu e teve o cuidado de agradecer. Fofa, né? :)

 ♥

Quem já leu o livro pode e quiser deixar a opinião nos comentários, fique à vontade, mas cuidado com pra não estragar as surpresas da história. Quem quiser falar sobre crianças invisíveis, também fique à vontade!

Obrigada por tudo!

xoxo

28. Set. 2012

seu texto no blog

Arquivado em: Seu texto no blog

Chegou a hora de publicar os 3 textos da primeira edição do Seu Texto no Blog. Antes de mostrá-los quero agradecer a todos que enviaram textos inspirados na foto (recebi 96). Foi muito difícil escolher apenas 3, mas infelizmente não tem como postar mais do que isso pro post não ficar gigante (como eu não limitei caracteres alguns ficaram bem grandinhos). Por favor não quero que as pessoas que não tiveram o texto selecionado fiquem tristes. Eu gostei de MUITOS mesmo e por isso, antes de lançar o segundo tema, vou publicar mais alguns dos textos de vocês aqui no blog ;)

♥ Carol Thomazini (chuchu, você não passou nenhum link)

Vem escondidinho

Como quem não quer nada

Chega de mansinho

Para acalmar esta madrugada

Traz carinhos e calor

Esquece a chuva lá fora

Tem café e cobertor

Vem

Não perca a hora

O vento assovia para te guiar

Escute!

Está na hora de se entregar

Amenize a dor

Venha, meu amor

Vem manhoso

Vem sorrateiro

Vem subentendido

Vem

Fica comigo?

♥ Marina Vasconcelos (twitter, facebook)

Ao quebrar do relógio

Naquela tarde de sábado, o cheiro de chocolate pairava no apartamento. Luísa mal podia esperar para por em prática seu lado de chef, principalmente para esquecer a semana turbulenta que tivera. Concentrada, prendeu seus cabelos num rabo de cavalo, como se também quisesse deixar para trás a pouca experiência com culinária e as lágrimas do dia anterior.  Meses se amontoavam no passado e Luísa não conseguia acreditar que passaria mais um mês afastada de seu namorado. Depois de tantas discussões sem sentido ao telefone, Lucas decidira passar mais quatro semanas fora de casa. Luísa não suportava pensar em quanto tempo estivera completamente só. Olhar para o relógio e perceber quanto tempo passou e o quanto ainda estava por vir era um pouco cruel.

Formas, massas, ingredientes e sabores formavam uma adorável bagunça que a própria cozinheira mal conseguia se encontrar. Com tantos erros durante a semana, talvez Luísa não suportasse se até sua receita não desse certo. Depois de colocar o bolo no forno, acrescentou à bagunça seu delicado relógio de pulso para certificar a hora certa de retirar sua receita do forno. Colocou-o em cima de seu avental que nunca fora usado e, sem se dar conta, formou um cenário delicado que escondia certa tristeza por trás de todos os amáveis apetrechos coloridos da cozinha. Enquanto lavava as panelas e as hastes da batedeira, o telefone cantou uma melodia animada que fez com que Luísa se assustasse. Ao sair da cozinha, sua blusa arrastou o avental, derrubando o relógio.

Os ponteiros, por mais que quisessem, não conseguiam sair do lugar. Luísa olhava atordoada para a cena, enquanto o telefone não se cansava de gritar por sua atenção. Ela permanecia imóvel, agora sem conseguir conter suas lágrimas. Luísa agia como se o relógio parado no chão pudesse fazer com que o tempo retrocedesse, fazendo com que Lucas não aceitasse prolongar a viagem. Luísa se via sorrindo ao telefone, imaginando uma situação de uma realidade paralela em que eles combinavam a hora do encontro no aeroporto. Fechou os olhos com força para que as imagens em sua mente se tornassem mais nítidas, mas depois de se conformar que não conseguiria fazer o tempo voltar com sua mente ou suas mãos, concentrou-se em retirar o bolo do forno, apanhar o relógio quebrado e verificar seu celular. O visor acusava uma chamada perdida e uma mensagem que fez com que todo o devaneio de Luísa parecesse real ou valesse a pena: “Amor, adiaram minha viagem pro semestre que vem. Tô voltando pra casa. Quando eu chegar a gente conversa.” Desajeitada, ela sorriu e se esforçou para responder: “Tá certo. Fiz bolo de chocolate pra gente… Tô te esperando

♥ Gabriela Biasi dos Santos (blog/facebook)

Folhas Secas

A rua estava úmida e no ar, aquele cheiro de terra molhada. Tudo típico de um dia chuvoso. Tínhamos combinado de nos encontrar às 15 h e eram 14:30, eu ainda tinha tempo.

Saí andando, pulando discretamente nas poças como fazia quando criança. Antes a preocupação era só o resfriado, agora, eu perderia o sapato, o salto, a pose, a decência e molharia a barra da calça caríssima, além de poder ficar doente. Parei. Continuei o trajeto caminhando lentamente, analisando cada passo, cada folha, cada gota d’água que caia no chão e no meu casaco, deixando pequenas manchas que logo secariam. O parque estava vazio – pessoas normais não vão ao parque enquanto chove -, mas ele estava lá, parado. A capa amarela e as galochas azuis ficavam estranhas, quase cômicas, mas eu já havia me acostumado a sua constante falta de estilo. No fundo, eu até achava charmoso.

Como sempre, meus olhos pretos sorriram antes da minha boca carmim, mas os dele não. Nem os olhos, nem a boca. Ele tinha acabado de chegar de viagem, não entendi o que realmente acontecia. Antes de ele ir, tudo estava bem. Bom, bem talvez não, mas tudo estava indo como mandava o figurino.

Não houve discussão. Sequer houve uma explicação. Eu não supliquei, e eu sei que ele não esperava isso. Mesmo que esperasse, não iria ceder aos meus pedidos desesperados para que ele não fosse embora.

Não se pode forçar alguém a te amar, nem se pode pedir um motivo para quando essa pessoa deixa de te amar. As coisas acontecem assim: quando acabam, acabam. E, na maioria das vezes, nem existe um motivo, somente um abrir de olhos para a realidade e um entendimento para o que estava acontecendo até o momento.

Ele virou as costas e eu fiquei ali, parada. Não esperava uma explicação dele, mas eu queria entender o que estava acontecendo. Talvez, enquanto andava pela avenida quase sem movimento com aquela capa amarela e galochas azuis que agora pareciam ridículas, ele estivesse a caminho do motivo por me deixar. Ou não.

Pensando bem, já não combinava mais nós dois de mãos dadas pela rua. Era estranho o modo como aquilo passara a ser vergonhoso, para as duas partes. Nos isolávamos um do outro, éramos fechados, como “companheiros” que se procuram para os momentos bons mas que não tem confiança suficiente para contar um segredo.

A minha insistência foi porque achei que a culpa era minha e, por isso, eu era a encarregada de resgatar o nosso amor. Mas nós fomos nos dissipando, nos afastando com o tempo, com as viagens dele, com os meus compromissos, os meus quadros, os meus projetos, os meus artigos, os meus livros, e não havia mais tempo na vida de nenhum de nós dois. Efeito reverso do amor.

Agora, tudo não passa de sentimentos a serem esquecidos, superados, deixados para trás, como folhas secas pelo chão nas frias tardes de Outono.

Pessoal, nesse post abri uma exceção e  vou explicar o motivo. Eu gostei muito de dois textos que recebi (da minha prima e de um amigo), mas algumas pessoas poderiam achar injusto eu ter selecionado os textos deles (pelos motivos nos parenteses anteriores) então decidi colocar esses dois como “extra” no post ;)

♥ Daniel Granatto (blog)

Sobre um relógio

Era um relógio de bolso, prateado, antigo, com cheiro de café e bolo de fubá da casa da vó, com contornos de antiguidade bem preservada. Bom, pelo menos era assim que ela o via, carinhosamente e com apego. Na versão menos romantizada das coisas, era apenas um pequeno relógio de bolso que tinha sido achado no meio das coisas de uma tia-avó distante que mal havia conhecido e que havia falecido recentemente. Logo, no meio de uma caixa grande com objetos dessa tia, entre roupas, colônia de alfazema, escova de madrepérola, botões e outras quinquilharias mais, estava ele lá, esse pequeno responsável fiscal das horas, dançando no bolor do tempo, meio gasto, meio amado, meio esquecido, meio atingido pelo tempo, meio esperando ser resgatado e quiçá ter alguma utilidade p´ra alguém.

Não havia motivo aparente para que ela tenha se sentido tão atraída por aquele pequeno objeto, sem maior valor aparente a olhos nus, mas como a própria vida é uma constante de atos e sentimentos que nascem, mexem-se e remexem-se e morrem sem aparente motivo cristalizado, era assim que ela sentia e pronto. E assim que o viu e perguntou para sua mãe se poderia se apossar dele e tal graça lhe foi concedida, prontamente meteu-o no bolso, fechou a porta do quarto, pulou na cama, tirou seu pequeno regalo do bolso e pôs-se a admirá-lo como se de ouro fosse, como se falasse com ela no seu mais íntimo ser. E assim tudo se pôs no lugar.

Ia com ele para escola, para o parque, tomar sorvete, ao cinema, à padaria do seu Pedro. E como que por mágica, quando precisava que as horas passassem depressa, como quando ia ao dentista ou tinha uma aula deveras enfadonha para assistir, punha a sua mão dentro do bolso, segurava-o forte e como que por mágica, tudo corria veloz e passava rápido. Ao passo que quando se tratava de alguma situação (pizza! cinema! pessoas queridas por perto!) que desejava ardentemente que os segundos se arrastassem como caramujos entorpecidos por calmantes, agarrava-o em seu bolso da mesma forma, e parecia que tudo entrava num estado de leveza, torpor e transe, onde podia desfrutar cada instante como se fossem séculos de prazer que tardariam muito e muito a terminar.

E foi assim que num desses dias calmos de domingo, enquanto escutava um disco de música francesa de sua mãe em sua vitrola, deitou-se na cama, esticou as pernas e os dedos do pé, pegou sua máquina fotográfica e resolveu tirar uma foto dele, desse seu amigo de metal, caduco para os tempos modernos, onde as horas são comumente consultadas por meio de telefones celulares escandalosos e berrantes. Porém, era inestimável. Nenhum advento de tela de cristal líquido e de conexões por milissegundos conseguia a magia de fazer o tempo correr ou ser vagarosamente gostoso quando ela bem entendia. E assim, amava-o. E assim, vivia com ele como se seu talismã e companheiro fosse, esquecendo que seu telefone celular também mostrava as horas. E era considerada esquisita entre os amigos por puxar aquele relógio sempre que queria ver o que os ponteiros ap(r)ontavam. E assim era feliz.

♥ Camila Lisboa (blog)

Sutilezas do tempo

“Alice: Quanto tempo dura o eterno?
Coelho: As vezes apenas um segundo.”

(Lewis Carroll – Alice no País das Maravilhas)

 Como olhar para esse lindo relógio e não lembrar o coelho mais querido das histórias infantis? Vivemos correndo para um lado e para o outro, sempre atrasados e muitas vezes perdidos, como Alice. Relógio de corda, de bolso…? Ninguém tem tempo para isso! A velocidade dos tempos modernos roubou até o charme estético de uma peça sutil, com a da fotografia acima… Os relógios hoje contam os passos, a frequência cardíaca, a quilometragem percorrida, as calorias gastas: afinal, não se pode perder tempo fazendo cálculos manuais. Tudo tem que ser acima de tudo prático e rápido! O som do coo-coo foi trocado por um irritante alarme que faz as pessoas pularem da cama, no susto, para iniciar mais um dia corrido.

Aí reflito sobre a famosa frase do coelho, transcrita acima, e penso no valor que damos ao nosso tempo. Estamos correndo? Existe um momento reservado na agenda para cuidar de si, estarmos próximos das pessoas queridas e contemplar belas paisagens? Ou a correria da vida é uma eterna desculpa para vivermos alheios do essencial? Prefiro pensar em tornar eternos segundos preciosos, do que viver uma eternidade com a sensação de que ela se passou na velocidade de um segundo…

Espero que tenham gostado dos textos tanto quanto eu :)

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

28. Set. 2012

new stuff

Arquivado em: Aleatoriedades

Fotografei as minhas aquisições mais recentes pra mostrar pra vocês. Algumas já apareceram no meu instagram, outras no blog, mas como tenho mania de organização, resolvi juntar tudo do mês de setembro e colocar em um post só :)

A Cris e a Ni me deram essa gola LINDA da Accessorize! Como está friozinho em Curitiba provavelmente vai ter look usando ela por aqui ;)

(eu ganhei essa gola em agosto, mas esqueci de mostrar aqui no blog)

A loja La Vanille me mandou essa Tee linda :)

Uma bolsa/sacola com a foto do Spock Allen *-* foi presente da Gi Parziale

Ganhei da  I ♥ Acessórios três colares fofos (london bus, câmera e secador de cabelo) e a caneca de bigode :)

Ok, não resisti! Tive que colocar essa foto do Spock com a caneca de novo!

Presente da sogrinha: roupinha nova pra Phoebe (yay! agora a “coleção” já tem 2 ítens haha obrigada, sogrinha)

Recebi da Astele duas pulseiras e dois colares bem fofos :)

O colar se chama “colar Melina” :D

Acho que a Drynha andou lendo meus pensamentos. Faz tempo que estou querendo uma capa nova pra levar livros na bolsa (estava até planejando começar um curso de costura pra aprender a fazer), pois morro de medo de amassar ou rasgar. Eu ia mostrar só no próximo post do Mr. Postman, mas não aguentei esperar :P Ela mandou outras coisas fofinhas, mas isso vou mostrar só em outro post ;) (obrigada, chuchu! amei a surpresa)

A sogrinha me deu esses chinelos neon com o frasquinho de esmalte. O Spock não me deixou tirar foto sem ele :P

Adivinha quem roubou o esmalte depois da foto :P

 Minhas aquisições literárias de setembro ❤ (ainda tenho 3 dias pra aumentar as aquisições do mês haha)

Gente, eu sou muito esperta! Quando fui no pocket-show da Tiê resolvi dar uma olhada nos livros que ainda estavam em promoção e achei o Sapos e Beijos por R$9,90. Nem pensei duas vezes e comprei (acho que alguma leitora me indicou, mas não tenho certeza). Ontem eu comprei o livro que vem antes de Sapos E Beijos, o Férias e Encantos (que também estava na promoção por R$9,90). Quando peguei o livro percebi que ele não era o primeiro volume e sim o segundo. Agora estou atrás do primeiro, Feitiços e Sutiãs, mas não encontrei ele na promoção. Infelizmente vou demorar um pouco pra poder começar essa série e fazer resenha pra vocês :~

Já fiz resenha dos dois aqui no blog. Quem ainda não viu é só clicar nos links: FMF 1* e FMF2

*Ganhei FMF 1 no finalzinho de agosto! Esqueci e acabei colocando na foto de setembro :P

Logo depois que eu fiz resenha de FMF2, a fofa da Paula Pimenta me escreveu dizendo que iria me mandar os outros dois livros da série. Nem preciso dizer que fiquei super feliz e esperando ansiosa para saber a continuação da história da Fani, né? Então, minha ansiedade ficou ainda maior quando começou a greve dos correios :x eu ia todo dia lá na Caixa Postal na esperança de encontrar os livros e essa quarta, no finalzinho da tarde, eles chegaram! Nem acreditei :) Na mesma hora comecei a folhear e fiquei ainda mais feliz quando vi que tinha dedicatória *-* (obrigada de novo, Paula! AMEI). Já terminei de ler o FMF3, ou seja, já já vai ter resenha aqui no blog!

Ontem recebi o livro Bicicletas e Tulipas da Isadora Lorenzi Michel. Fiquei encantada quando soube que esse livro, antes de virar livro, era uma blog! Sim, um blog do tipo diário de viagem :) Já comecei a ler e estou amando. Logo, logo vou fazer resenha e contar um pouco mais sobre a autora pra vocês! (Isa, amei a dedicatória! Muito obrigada pelo livro *-*)

Malas, Memórias e Mashmallows foi presente do Thi (obrigada, mon amour). Já falei sobre ele aqui no blog então quem não leu a resenha é só clicar aqui!

5 filmes novos pra minha coleção \o/ (sim, eu coleciono filmes também) Quero muito manter a tag de filmes e séries sempre atualizada aqui no blog. Aliás, ontem eu tive uma ideia enquanto estava lendo. Tomara que eu consiga colocar ela em prática :)

Cd A Coruja e o Coração da Tiê que eu já mostrei detalhes aqui no blog (também coleciono cds)

Cofrinho lindo ~ainda sem nome~ que ganhei de mainha pra me ajudar a economizar

(objetivo: comprar uma esteira e lentes novas)

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo