lonely hearts club (elizabeth eulberg)

Lembro bem da primeira vez que esse livro chamou a minha atenção. Eu estava em uma livraria bem pequena em Itapema – SC quando li “Lonely Hearts Club“. Minha primeira reação foi cantar baixinho “We’re Sargent Peper’s Lonely Hearts Club Band. We hope you have enjoyed the show…“. Pois é, acho que essa é a reação de quase todos os beatlemaníacos! Peguei o livro e me encantei pela capa, pela fonte com que escreveram o título e pela sinopse.
Agora, pra minha felicidade, pude riscar esse livro da minha lista de desejos e colocá-lo na minha estante para reler sempre que tiver vontade.

A Editora Intrínseca mandou muito bem na versão nacional. Tudo muito caprichado: Capa linda com verniz localizado “imitando” a capa do Abbey Road (só aumentou o meu desejo beatlemaníaco de tirar uma foto assim), fontes, espaçamento e margem ótimos. Os capítulos são curtos então já sabe que naquela promessa de “só mais um capítulo” adiantamos muitas páginas, né? (amo quando isso acontece!)



(amo detalhes)


Lonely Hearts Club, conta a história de Penny Lane Bloom, uma garota do ensino médio que, após se decepcionar com o “amor da sua vida”, vai para o seu quarto e liga o som bem alto (claro que ela escolheu ouvir The Beatles). Nesse momento ela olha a imagem do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club (um álbum dos Beatles lançado em 1967) e fica pensando nas três últimas palavras. É aí que decide fundar o Lonely Hearts Club (tradução: O Clube dos Corações Solitários) onde a principal regra é não namorar garotos até o fim do ensino médio/colegial. O motivo dessa decisão: os garotos da sua escola são babacas e nenhuma garota precisa deles pra ser feliz, pois eles só pensam em si mesmos e afastam as garotas de suas amigas.
O livro tem uma narração bem leve e divertida. Depois de um tempo lendo você meio que já sabe o que vai acontecer, mas isso definitivamente não é motivo para não ler, pois a mensagem que ele passa é muito bonita e é um livro bom pra relaxar e rir.
O que antes era um clube sobre meninos se transforma em um clube de amigas e nos mostra a importância da amizade. Quando estava lendo a minha vontade era (ok! ainda estou com essa vontade) de montar um clube pra poder ver mais as minhas amigas. Claro que sem a regra de “proibido namorar”, mas com certeza com a regra “proibido esquecer as amigas” em destaque :P

My precious: o vinil do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club que a minha mãe comprou em 1967 e me deu *-*

A autora Elizabeth Eulberg já ganhou mais uma fã e os seus outros livros já estão na minha wishlist!

E aí, alguém já leu? O que achou?
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xoxo

