Lucas Andreas

Posts por Lucas Andreas

07. Mai. 2013

Preto e Branco (Parte 2)

Arquivado em: Fotografia

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Hey! Como vocês estão?

Começaram a testar as novidades com o preto e branco? Tiraram um tempo para rever suas fotos? Acharam algum objeto antigo para dar um contexto mais interessante sem as cores? Como prometi no post passado, esse será o fechamento do primeiro! Como considero importante aquelas situações nas quais o P&B servem como uma saída mais criativa, continuarei com os exemplos de casos comuns/úteis.

  • Menos distrações:

Podemos ver esse ponto como um complemento ao anterior. As cores trazem consigo muitas informações. Nós nos deparamos com muitas situações nas quais não temos controle sobre o assunto que estamos fotografando (fotos não planejadas) e por isso é comum alguns elementos entrarem nos nossos quadros mesmo sem nosso consentimento. Se mesmo com a composição aprimorada, um pouco de tempo e alguns testes ainda assim não chegarmos ao visual que imaginamos, podemos usar o preto e branco para nos ajudar também! Querem um exemplo?

Uma foto minha foi avaliada numa revista nacional relacionada à fotografia chamada Fotografe Melhor (que alias recomendo a leitura). O fotógrafo, na sessão que justamente serve para avaliar e criticar as fotos, disse: “…Você poderia ter segurado a câmera bem na horizontal, em vez de apontá-la para baixo, o que teria evitado que as linhas verticais convergissem e parecessem inclinadas. O segundo ponto [a ser melhorado] é a mancha amarela que desvia a atenção no canto inferior direito.”

Notam como um detalhe que passa despercebido na hora do click, é decisivo para diferenciar a foto comum de uma foto digna de ser publicada numa revista?

Vejam como o tratamento (com preto e branco) adequado conserta o problema apontado na avaliação:

Só para deixar bem evidente o quão poderoso pode ser esse recurso, vou mostrar mais um exemplo:

A foto sozinha é atraente, com cores alegres e planos bem separados (meus pais no primeiro e os barcos no segundo). No entanto a intensidade presente no fundo com tons de vermelho, verde, marrom e amarelo disputam a atenção do nosso olho ao lermos a imagem. Vejam como esse “conflito” é solucionado com o preto e branco:

  • Formas:

A fotografia é uma arte visual, portanto a parte gráfica dela é indispensável. O grafismo que imprimimos em nossas imagens deve ser bem pensado e em certas situações friamente calculado. Creio que vocês já passaram pela frustração de encontrar uma flor, ou um objeto (com formato criativo) lindíssimo e que com certeza daria uma excelente imagem, mas ao conferir o resultado na telinha percebe que não alcançou aquilo que tinha projetado na sua cabeça. Podem haver “n” razões para isso acontecer, mas pode ser que o formato precise de um “empurrãozinho” para “chegar lá”. Novamente o preto e branco aparece como uma solução para tais situações!

Os detalhes exaltados, e as cores não trazendo um excesso de informações para o quadro, facilitam a nossa absorção dos elementos importantes para a compreensão da imagem.

  • Padrões e texturas:

Esse é um item que aqueles que gostam de macro podem considerar na hora de planejar as próximas fotos. Detalhes são tão lindos e visualmente impactantes por serem “autossuficientes” em sua própria existência. Eles ganham nossa atenção mesmo sem todo um contexto ao seu redor.

Uma forma de enaltecer ainda mais esses pequenos diferenciais é tentar concentrar sobre eles toda a atenção possível! Para isso o preto e branco também representa um “algo a mais” para aquela imagem de algo que nos acompanha diariamente mas para o qual normalmente não damos muita bola.

  • Sentimentos:

A fotografia é um idioma mundial. Não importa em qual país ou qual a cultura que determinado povo tenha, as fotos são compreensíveis por qualquer pessoa.

Devido a esse poder, nossos registros carregam com eles nossos pontos de vista, nossas ideias e até nossos sentimentos! Por amor, ódio, curiosidade, compaixão, tristeza ou até pela intenção de provocar uma reação/emoção no público que observará nossas criações, nós procuramos escrevê-los dentro desse retângulo mágico. O qual adoramos alinhar com nossos olhos, corações e mentes – pensamento do famosíssimo fotógrafo Cartier Henri-Bresson.

Há particularmente duas “sub-áreas” nas quais o preto e branco se posiciona quanto essa a intenção:

  • High Key: é provável que vocês já tenham visto exemplos dessa técnica (que está se tornando cada vez mais presente em books fotográficos e em coberturas de eventos) mas não sabiam que ela se chamava assim. Ela consiste em superexpor uma imagem, isso significa deixá-la mais clara do que o “ideal”.

         “Mas Lucas, não é errado fazer isso?”
Claro que há questão de gosto neste quesito, mas justamente essas imagens que fogem do comum que movem a fotografia como arte e trazem novos horizontes. Com essas características apresentadas, já podemos partir para as consequências… Já que áreas claras e o branco dominam a cena, logo um ar alegre, diria até angelical acompanha a foto!

  • Low Key: essa técnica não é tão comum no meio comercial, mas nem por isso é menos interessante. Como o próprio nome evidencia, ela vai no sentido oposto daquele apresentado no tópico anterior. Para esse efeito, é preciso subexpor a imagem, isso significa torná-la mais escura do que o “equilibrado”. Tendo menos claridade e com sombras e várias regiões escuras, logo um tom sombrio, triste e tenso recai sobre a imagem.

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Ufa! Quanta coisa hein?

Exemplos extras:

A música encanta e completa nosso mundo há gerações. O P&B entra nesse contexto para completar a ideia de algo atemporal e refinado. Algo que merece nossa atenção, principalmente nos detalhes (tanto para a foto, quanto para a música) sentido esse reforçado pelo contraste entre desfoque e foco.

Essa linda coroa (carinhosamente cedida pela querida Aninha) é outro exemplo de como as formas são ressaltadas com o uso do P&B.

No post anterior já apresentei as técnicas para conseguir o preto e branco, por isso não vou repetí-las aqui.

         “Lucas, e aqueles efeitos malucos ali? Aqueles que deixam mais claro ou mais escuro…”

Ah, sim! Claro! Começando com o primeiro, high key. Por ser uma escolha artística a máquina por si própria não vai saber que você deseja que a foto tenha essa aparência superexposta. Isso nos força a usar os modos manuais. Uma vez que selecionamos no disco de modos uma dessas configurações, logo vocês vão notar uma barrinha graduada. Ela tem bem no centro o valor 0, e para a direita apresenta números positivos (+1, +2, +3…) e para a esquerda valores negativos (-1, -2, -3…). Essa barrinha mede a exposição da foto, ou seja o quanto de luz ela vai captar. Se mexermos nessa configuração e formos em direção aos números positivos deixaremos mais luz entrar, consequentemente a foto ficará mais clara, assim gerando o efeito de High key. Caso queiram o Low key, basta ir com a barrinha para o lado oposto (aquele dos números inferiores a zero).

Espero que tenham gostado das dicas!

Abração

17. Abr. 2013

Preto e Branco (Parte 1)

Arquivado em: Fotografia

Hey! Como vocês estão?

Para esse post escolhi um tema que eu imagino que todos conhecem: preto e branco. Mesmo sendo comum à maioria, acredito que valha a pena dar uma olhada mais cuidadosa nessa técnica, que um dia não era uma técnica em si, mas o único meio possível para registrar momentos.

Antes de colocar alguns exemplos e comentar mais sobre a técnica, creio ser importante fazer uma introduçãozinha. Fotografar em preto e branco exige mais da capacidade artística do fotógrafo. Há algumas razões para isso, mas posso começar citando uma coisa óbvia para nós: temos a concepção de mundo colorido! Sempre que imaginamos algum objeto, logo as cores aparecem junto com ele. Elas estão lá, mesmo sem nos darmos conta. Portanto antes de apertarmos o disparador, é necessário um preparo “artístico-mental” para planejar a ideia da imagem em nossa cabeça. Precisamos “desconstruir” esse conceito (na verdade um fato) dentro de nós, para então termos um caminho mais fácil a ser seguido.

Isso fará com que esse post não discuta tanto a parte de como fazer uma imagem ganhar essa aparência (o que é relativamente fácil), mas sim como pensar nesse tipo de técnica e quais são suas interferências.

É possível “ler” uma foto através de camadas de percepção. Elas nada mais são do que os diferentes elementos que compõem uma foto.  Uma camada pode ser um sentimento, pode ser de um padrão que se repete, pode ser uma mensagem ou crítica que o autor quer fazer ao expor esse fragmento da realidade etc. Nesse contexto as cores também têm seu espaço trazendo um significado e características bem peculiares para a cena que vemos pelo visor. Em seguida descobriremos quais podem ser as consequências de tirar ou adicionar esse tipo de informação.

“Certo Lucas, mas por que preto e branco?”     

Esse visual não comum para cada foto carrega consigo algumas mudanças até mesmo na essência da foto. Cada situação apresenta um reflexo diferente e é isso que abordaremos logo em seguida. Por haver diversos pontos a serem discutidos, vou dedicar mais um post a esse mesmo tema, por isso não estranhem caso essa parte não pareça completa, pois ela ganhará uma continuação… ;)

  • Aparência antiga:

Como no primórdio da fotografia não era possível registrar esse complemento visual, todas  as cenas que o fotógrafo buscava expor eram em preto e branco. Devido a essa relação histórica, logo que começamos a entender as imagens e figuras que nos rodeiam, associamos a característica da ausência de cores com algo de outra época. Sabendo desse link que temos “embutido” em nossa mente, podemos tirar proveito dela para tornar nossos clicks mais atraentes!

“Como fazer?”

Há dois meios que nos ajudam. O primeiro e mais óbvio existe quando tratamos de algo realmente antigo. Pelo seu significado histórico ele permaneceu até o instante atual, portanto, por que não registrá-lo como se estivesse em seu ambiente “natural”? Conectar o efeito ao assunto pode mudar completamente a leitura da foto – lembra do que comentei sobre as camadas de percepção? Então! ;)

O segundo meio trata de contrapor ou colocar em evidência as diferenças. Utilizar algo atual e gerar com o preto e branco uma interpretação diferente daquela que habitualmente temos. Sem dúvida é um caminho mais ousado, mas é de tentativas e inovações que a arte cresce e muda, portanto não tenha medo de arriscar combinações diferentes de tudo o que já existe!

  • Sombra X Luz:

Fotografia por definição significa registrar a luz (por isso que a iluminação conta tanto nas imagens). Como não vivemos num mundo completamente iluminado, sempre há um jogo de contraposição entre claro e escuro. Já que luz está literalmente na essência da fotografia é extremamente poderoso trabalhar com ela de forma delicada, pensada e inteligente.

O preto e branco consegue influenciar nesse quesito de forma suave e ao mesmo tempo criando uma dinâmica singular dentro do quadro. Isso se deve ao fato das intensidades de luz serem melhor definidas/contrastadas (pelo menos para nosso sistema visual) com a ausência de outras cores [as quais passam a estar entre esses dois extremos (preto e branco)].

“Lucas não estou entendendo nada… Dá para explicar de outra maneira?”

O preto e branco “simplifica” a imagem tirando a percepção de cores (as camadas como citei no inicio) e ao mesmo tempo introduz ao quadro uma sequência de detalhes que antes passavam de maneira menos perceptiva por nossos olhos.

Esse “melhoramento” que há, é diretamente relacionado com a “interpretação” da luz que nossos olhos fazem.

Resumindo: se uma cena capturou sua atenção e você não sabe bem o motivo, é interessante considerar a possibilidade de ser justamente o comportamento que há entre a oposição de claro e escuro que torna aquilo especial. Nesse contexto o preto e branco serve como ferramenta para potencializar o visual da imagem!

Chegou a hora de partir para a prática e ver como essas imagens podem ser produzidas.

Essencialmente há dois meios para conseguir o resultado. O primeiro, mais óbvio rápido e prático – porém não permitindo maior controle sobre as configurações é fazê-lo diretamente na câmera. Cada máquina possui o seu menu e suas configurações, por isso fica complicado comentar todas as possibilidades – peço desculpas por essa limitação.

Nas Canons você pode capturar a foto já em P&B ou adicionar um efeito sobre a foto depois de tirada. Para a primeira, basta selecionar um modo de disparo manual (Prioridade de obturador, Prioridade de abertura, “Pro”, Manual) e acessar a opção no menu que se refere aos “estilos de imagem” e lá escolher o modo “monocromático” e pronto. Já para o segundo será necessário acessar o menu de configurações, ir até a aba com as opções relacionadas à reprodução e clicar no ícone “filtros criativos”. Em seguida, você terá acesso à galeria de imagens salvas no seu cartão. Uma vez nessa lista, basta escolher a imagem, apertar o botão “set” e escolher a opção “P&B Granulado”.

Eu particularmente prefiro fotografar normalmente com as cores e somente depois no computador adicionar o efeito. Isso se deve a dois principais motivos: o primeiro e mais óbvio é que não é possível tornar uma foto preto e branco numa colorida, enquanto o contrário é possível. E o segundo motivo é o controle maior que o computador me oferece sobre as configurações (como por exemplo quais áreas deixar mais claras ou escuras, a intensidade do branco ou do preto…) No entanto, se vocês buscam praticidade e agilidade, já fotografem do jeito que querem a imagem final, para depois não se darem o trabalho de sentar no PC para editá-las.

Há programas diversos programas que possibilitam essa conversão. Entre os famosos (e mais complicados) temos o Photoshop e o Lightroom. Mas para aqueles que não querem pagar uma fortuna por programas desse nível (e gastar algumas horas aprendendo a mexer neles) existem programas mais simples de mexer e que permitem excelentes resultados como o Gimp, Picasa, o próprio apresentador de imagens do Windows (Microsoft Office Picture Manager).
E há ainda os editores online, que trazer configurações e presets para você mexer na foto como quiser… Os que conheço e recomendo são:

1. http://pixlr.com/o-matic/

2. http://www.fotor.com/features/color-splash.html

3. http://www.picmonkey.com/ (Obrigado Ana Beatriz Nascentes pela dica!) :D

Sabe aquelas tardes chuvosas de domingo nas quais você não tem absolutamente nada para fazer? Então, aqui vai uma sugestão: “medite” na sua galeria de fotos. Abra a pasta na qual você armazena seus arquivos e olhe uma por uma. Qual o objetivo disso? Primeiro e mais interessante, essa é uma forma de melhorar suas fotos. Você vê os erros e os acertos e pouco a pouco vai criando seu estilo de imagem. Segundo você pode analisá-las para encontrar boas candidatas para nosso novo amigo: o preto e branco. É provável que várias fotos ganhem um novo visual com essa roupagem que acabamos de conhecer…

Bem, era isso o que eu tinha para explicar e compartilhar com vocês por hoje

Dúvidas sobre os processos de obtenção ou sobre algum item do texto, por favor, usem os comentários! ;)

Espero que tenham gostado!

Aguardem o próximo post pois tenho certeza que vão adorar! :D

Abração!

02. Abr. 2013

Zoom Burst

Arquivado em: Fotografia


Hey! Como vocês estão?

Para este post, escolhi um tema que surgiu das dúvidas com relação às fotos tiradas no encontro no NYC, em fevereiro. Estão lembrados?

Esse efeito “maluco”, ilustrado na foto acima, chama-se zooming, ou zoom burst. Como o próprio nome indica, ele está relacionado a dar zoom, a aproximar a imagem.

Tenho duas notícias, uma boa e outra nem tanto… Qual querem primeiro? A notícia boa é que se trata de uma técnica fácil de fazer! Certo que exige um pouquinho de treino, mas é tranquila de dominar. A ruim é que nem todas as câmeras permitem o seu uso (pelo menos eu creio que não). Suponho que as câmeras com o zoom eletrônico (aquelas com um sistema controlando os mecanismos necessários para mover os conjuntos ópticos) infelizmente, não possibilitem a execução manual do zoom. Os que têm câmeras com lentes prime (com distâncias focais fixas – sem zoom) igualmente não terão como brincar com esse efeito.

O essencial para conseguir fotos assim é girar o anel da lente responsável pelo zoom no momento que você clica no botão do obturador.
 “O quê? Não entendi…”

Vamos por partes: vocês sabem que a máquina captura toda a luz que chega nela quando fotografamos, certo? Então, o nosso objetivo é mudar o jeito como essa luz chegará ao sensor (parte responsável por registar a imagem). Para modificarmos desse jeito, precisamos dar zoom no momento que a câmera está recebendo luz. Isso é feito girando o anel que dá zoom (normalmente o mais próximo do corpo da câmera). Você aperta no botão para fotografar e faz esse movimento! Sim, pode parecer estranho, mas verão que o resultado é bem interessante! :)

Bem, vamos ao que interessa! A foto que escolhi para começarmos é essa:

(Canon EOS Rebel  T3i, EF-S 18-55mm, 0,5 segundo, f/6.3)

Minha primeira providência foi encontrar uma superfície para apoiar a máquina. Como não tinha um tripé disponível, coloquei a câmera sobre um banquinho que havia perto da pista. Com a câmera bem apoiada, selecionei o modo manual “Prioridade de obturador” (nas Canons “Tv” e nas Nikons “S”) e setei a exposição para durar meio segundo. Quase tudo pronto, mas esse último passo antes da foto é essencial: faça o foco antes de apertar o disparador e depois trave-o, colocando aquela “chavezinha” que há na lateral da lente no modo manual! Assim você não perderá o foco e a câmera também não o impossibilitará de tirar a foto, pois não há ponto em foco.

Pronto! Agora basta apertar o botão do obturador, realizar o zoom suave (cuidando ao máximo para não movimentar a máquina) e conferir o resultado na tela!

Outros resultados:

 

Como vocês mesmos podem notar, é um efeito que traz a ideia de movimento, algo dinâmico, que envolve ação. Por isso é um pouco difícil achar situações nas quais seja possível tirar proveito dessa técnica. No entanto, como sei que há talentosos(as) fotógrafos(as) lendo esse post, o olhar apurado de vocês dará conta de encontrar todas as oportunidades! ;)

Algumas dicas extras:
- Caso as fotos estejam ficando demasiadamente borradas, ou não tendo nitidez suficiente, apoie a câmera num lugar firme, como em um tripé! Assim você consegue concentrar completamente no movimento e sua câmera continuará no lugar em que deve estar!

- Se você quiser potencializar o efeito, crie exposições mais longas! Isso pode ser feito usando o modo manual, prioridade de obturador (Tv em Canons e S em Nikons), e aqueles modos que vimos no post do Light Painting (como o modo de cenário noturno, ou retrato noturno)…

- Se as tentativas de apertar o botão de disparo e rotacionar o anel de zoom não estiverem funcionando, recomendo iniciar o giro um pouco antes de apertar o botão. Assim a câmera só fará captura enquanto você estiver dando zoom.

- A intensidade do efeito depende do tempo de exposição. Na prática, o tempo que você tem para fazer o zoom é o mesmo programado para a exposição. No exemplo do boliche, meio segundo.

- Devido a longa exposição, muita luz é capturada. Assim, é plausível que vocês se deparem com situações em que terão que usar um filtro para regular a quantidade de luz que entra.

- Um segredinho, essa última foto (a do balão), foi feita usando técnicas de software! Sim, é possível recriar o efeito usando o computador, tirando proveito de programas como o famoso Photoshop. Essa dica também é um consolo para aqueles que as máquinas não permitem o efeito! ;)

- Relembrando: faça o foco antes da foto e trave-o no manual! Assim não terá dificuldade na hora de fotografar ;)

Então, gostaram da novidade? Não entenderam alguma parte do processo?

Por favor, usem os comentários para conversarmos mais a respeito!

Abraços e até o próximo post!

ps: se quiserem ver outros trabalhos, visitem meu flickr  e/ou me procurem no Instagram (@lucas0andreas)