30. Abr. 2014

todos os dias com ela

Arquivado em: Fotografia

Que ela parece com a Zooey Deschanel todo mundo sabe. Mas o que a maioria não sabe (mas talvez imagine!) é a delícia que é conviver com ela.

Semana passada estive em Curitiba pra um trabalho e aproveitei pra esticar um pouco e ficar com essa pessoinha que eu amo tanto. Todo nosso tempo juntas é divertido e prazeroso. Temos uma troca deliciosa – ela me deixa mais boba, mais alegre e eu tento ajudá-la a ser mais forte pra enfrentar o mundo.

Lá no fundo somos beeeem parecidas, sofremos e comemoramos pelas mesmas coisas, com a mesma instensidade.

Mas quando estamos juntas somos ainda melhores

O único problema é que o tempo VOA. Foi assim em Londres e foi assim nas vezes que nos vimos por aqui. A gente tem tanto sonho, papo, projeto e fofoca pra compartilhar que quase sempre não cumprimos a tabela de ideias! :)

No domingo, 10 minutos antes de ir pro aeroporto, fiz essas fotos da minha Melanie. Uma menina linda, um quarto estiloso, luz de janela e pronto: fotógrafa inspirada por tanta beleza. Espero que vocês gostem <3

<3,
S.

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29. Abr. 2014

O Fantasma de Anya (Vera Brosgol)

Arquivado em: Livros são amor

Dia desses, eu e a Mel estávamos passeando numa livraria e, enquanto “fuçava” a seção de quadrinhos, encontrei O Fantasma de Anya (o livro, não o fantasma em si, vale dizer…). A capa chama a atenção porque o traço é leve, enquanto os tons (e o título) são sombrios. Pedi de presente para a Mel (que cara-de-pau, né?), e dei pra ela uma HQ roteirizada pelo Neil Gaiman.

A protagonista, Anya, é uma imigrante russa que vive nos Estados Unidos, estuda em um “colégio modelo” e tem dificuldade para se entrosar. Certo dia, a caminho de casa e pensando em um monte de coisas frustrantes, ela cai em um poço e acaba encontrando o fantasma (e o esqueleto) de Emily. Elas começam uma amizade esquisita, e logo Anya vai perceber como pode ser bom (e terrível) ser amiga de um espírito.

Os desenhos cartunizados, simples mas muito bem feitos, escondem uma história pesada, que envolve medo, amizade, família, auto-aceitação, remorso, traição, vingança, superação… Enfim, uma série de elementos que fazem com que O Fantasma de Anya seja bem classificado como “quadrinhos para jovens adultos” (que, por sinal, é a categoria na qual venceu os prêmios Harvey e Eisner, dois dos maiores da indústria dos quadrinhos).

Para dar o tom sombrio da história, a autora coloriu todos os desenhos usando tons de azul – o que, além de ser um belo diferencial, casa muito bem com a situação da protagonista. O projeto gráfico como um todo é muito bonito (papel de qualidade, boa impressão no geral). Minhas únicas reclamações é que deixaram passar errinhos básicos nos textos, e algumas páginas não estavam bem impressas. Fora isso, só elogios.

Não é difícil se colocar no lugar de Anya. Mesmo que você não seja uma imigrante russa que tem vergonha da família e do próprio corpo, provavelmente já passou por algumas situações parecidas com as que ela vive: não saber lidar com os colegas, ter poucos amigos, ter dificuldade em certas matérias…

Eu adorei a leitura, gostei dos personagens e torci por eles. Senti como se conhecesse a Anya, senti vontade de ajudá-la, e gostei (mesmo discordando em alguns momentos) da maneira como ela lidou com os problemas que surgiram por causa da sua nova amiga. O final é surpreendente e deixa algumas coisas em aberto, pra que o leitor imagine o resto.

ISBN 9788564850323 Editora Jangada Nota 5/5 Páginas 224

Obrigado pela atenção, boa semana e até o próximo post!

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