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10. Jul. 2014

Lembra de mim? (Sophie Kinsella)

Arquivado em: Livros são amor

Há alguns meses (ok, faz mais de um ano hehe) fiz um post falando que a Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras favoritas. Naquela época só tinha lido dois livros dela e hoje, depois de ler mais cinco títulos ela continua entre as minhas queridinhas (ainda mais depois de Lembra de mim?).

Lexi Smart, após um pequeno (ou não) acidente acorda em um hospital. Sua última lembrança é que aquele era (ou pelo menos deveria ser) o dia do enterro de seu pai e que, na noite anterior, ela tinha saído com as suas amigas do trabalho para comemorar o bonus que elas receberam e acabou batendo a cabeça. Ao acordar, se desespera ao perceber que está na ala particular do hospital, afinal não tem como pagar isso com o seu salário de funcionária da Deller Carpets. Quando pede para a enfermeira a sua bolsa, recebe uma bolsa de marca caríssima. Certa de que aquela não é a sua bolsa se assusta ao ver que seus documentos estão nela. Tudo está muito esquisito, mas o choque é ainda maior quando ela se olha no espelho e percebe que não tem mais aquela aparência desleixada que tinha há um dia. Agora ela está com um corpo lindo, sorriso perfeito e cabelo maravilhoso.

O ano é 2007 e a última lembrança de Lexi é de uma noite em 2004 (a véspera do enterro de seu pai). Ela esqueceu completamente o que aconteceu durante três anos de sua vida e não sabe como ficou bem sucedida, nem o que a fez se apaixonar pelo marido (outra notícia chocante para Lexi: agora ela é casada).

Parece que Lexi acordou em uma vida perfeita com tudo que sonhava: bem sucedida no trabalho, com um marido lindo e um corpo bonito e saudável. Tinha tudo pra ser feliz…ou não! O problema é que agora é a Lexi de 2004, uma garota mais humana e simples, que está no corpo da nova Lexi, uma mulher cujo apelido é “cobra”, ou seja, bem diferente da Lexi de 3 anos atrás.

Durante o livro Lexi vai tentando descobrir o que ela fez durante esses três anos e o que aconteceu com aquela Lexi de 2004. Tudo isso de um jeito divertido e envolvente, no melhor estilo Sophie Kinsella.

O livro me prendeu de uma forma que não devorá-lo parecia não ser uma opção (e não era mesmo!). A cada capítulo queria saber logo o que iria acontecer e como essa história iria terminar. Simplesmente adorei a Lexi e amei a forma com que a Sophie desenvolveu a história.

O único ponto que realmente me incomodou foi a forma com que a família dela (sua mãe e irmã) reagiram à sua perda de memória. Duas personagens extremamente irritantes e que não estavam se preocupando a Lexi.

Já tinha esse livro desde Julho de 2013 na minha estante, mas a edição era econômica e eu ~realmente~ tenho problemas para ler edições econômicas. Fiquei procurando a edição comercial pelas livrarias e, quando achei, comprei na mesma hora e comecei a ler no mesmo dia.

Essa edição é muito amor. As páginas são brancas, mas tirando isso tudo é lindo (incluindo margem, tamanho da fonte etc.) e tem corações dourados na capa e na quarta capa *-*

ISBN: 9788501081674 | Editora: Record | Páginas: 400 | Nota: 5/5 (favorito)

Lembra de mim? É, sem dúvida, um dos meus favoritos da Sophie e super recomendo para quem gosta de chick-lit e quer conhecer a autora.

E aí, quem já leu?

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

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05. Jun. 2014

Quem sabe um dia (Lauren Graham)

Arquivado em: Livros são amor

Quem sabe um dia é o livro de estreia da atriz Lauren Graham. Sim, Lorelai Gilmore, ou melhor, a atriz que interpretou a mãe da nossa querida bookworm Rory Gilmore, resolveu se aventurar pelo mundo maravilhoso da literatura e já quero deixar registrado aqui que fiquei feliz por ela ter feito isso ;)

Franny Banks é uma protagonista divertida e meio atrapalhada que tem uma meta: alavancar a sua carreira de atriz em Nova York em até 3 anos. O livro começa quando esse prazo está perto do fim e Franny se deu conta de que precisa mudar algumas coisas na sua vida para que ela tome o rumo desejado.

Nas suas quase 400 páginas conhecemos também seus colegas de apartamento, alguns colegas do curso e também temos uma visão um pouco mais próxima da realidade de como é esse mundo de atores e atrizes que estão tentando seguir com uma carreira de sucesso.

É um chick-lit leve, divertido e rápido. A diagramação é ótima (já disse que sou fã dos livros da Record, né?), a foto da capa é inspiradora (a edição brasileira tem a mesma capa da americana – não consegui enxergar a Franny como a moça da foto, mas achei linda e inspiradora mesmo assim) e, um detalhe que achei super legal no livro, é que entre alguns capítulos têm páginas da agenda da Franny com anotações engraçadas:

Uma coisa que achei impossível de fazer foi ler o livro sem imaginar a própria Lauren, ou melhor, a Lorelai como a Franny. Não achei isso ruim, pelo contrário, porque gosto de dar rostos para os personagens dos livros que leio e, enquanto lia, tive a impressão de que esse rosto estava bem próximo do real hehe

Super recomendo essa leitura para quem é fã de chick-lit, Gilmore Girls (!!) e que está procurando uma leitura leve e relaxante.

Alguém aí já leu? O que achou?

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

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15. Abr. 2014

Tamanho 42 não é gorda (Meg Cabot)

Arquivado em: Livros são amor

Ai que saudade que estava de falar sobre os livros da Meg Cabot por aqui. E que saudade de publicar resenhas literárias com frequência. Pra me organizar e manter a lista de resenhas atualizada, já fiz uma lista de livros lidos que ainda não resenhei para me programar com as fotos e textos. Quero voltar a publicá-las semanalmente.

Tamanho 42 não é gorda é o primeiro livro da série The Heather Wells Mistery, que já tem 4 livros publicados no Brasil pela Galera Record (falando na Galera, vocês já viram o meu post que foi ao ar semana passada no Blog da Galera?). Essa é uma das séries adultas da Meg Cabot e o seu título engana. Na verdade ele engana muito! Quando vi o livro pela primeira vez, sem ler a sinopse, imaginei que fosse um chick-lit em que a protagonista (no melhor estilo Meg Cabot) estivesse se sentindo um pouco acima do peso e se envolvia em várias confusões tentando encontrar um namorado.

Bom, embora a protagonista Heather Wells esteja vestindo manequim 42 e esteja se sentindo um pouco acima do peso (apesar dela afirmar que “tamanho 42 não é gorda”), esse não é o foco da história e sim uma série de assassinatos misteriosos.

Sim, você leu bem o parágrafo acima: assassinatos! Quando que eu iria imaginar que essa série é uma série policial? Nunca! Mas é claro que não é apenas uma série policial porque ela foi escrita pela Meg Cabot, ou seja, além do suspense há diversão e um pouco de loucura como todos os livros da autora.

Heather Wells tem 28 anos e se tornou uma cantora pop de sucesso entre os pré-adolescentes quando ela ainda estava no Ensino Médio. Sua vida tinha um rumo até ela ter sido chutada não só pela sua gravadora como também pelo seu noivo (que estava com outra estrela pop). Ah e pra tornar a situação ainda pior, todo o dinheiro que ela tinha foi levado por sua mãe que fugiu com o seu empresário.

Ao invés de se afundar de vez, Heather começou a trabalhar como diretora-assistente em um alojamento estudantil na Faculdade de Nova York. Seu plano era conseguir estudar de graça e construir uma nova carreira após ser aprovada nos seis meses de experiência do seu trabalho, mas as coisas ficaram complicadas quando uma garota foi encontrada morta no poço do elevador do alojamento. Enquanto todos (inclusive a polícia) trataram o caso como um acidente, Heather não estava disposta a aceitar que aquela garota tinha morrido por acaso (ou por um motivo idiota como “Surf de elevador” já que meninas não brincam disso) e decide investigar para descobrir quem é o assassino.

A trama foi muito bem trabalhada e nem um pouco óbvia – pelo menos pra mim – porque fiquei tão surpresa quanto a Heather. Ainda não li o segundo – Tamanho 44 também não é gorda -, mas pretendo fazer isso em breve.

Adorei o trabalho da editora com a capa (aliás, todas as capas dessa série estão lindas) e com a diagramação. A única coisa que me incomodou foi que cada capítulo abria com uma música da época de sucesso da Heather Wells e as letras ficaram bem bizarras em Português, mas isso não é culpa da editora, afinal, muitos reclamariam se eles não tivessem traduzido. Mentira! Mais uma coisinha me incomodou: eu não me apaixonei pelo “mocinho” da história, como normalmente acontece quando leio os livros da Meg :P

ISBN: 9788501075338 | Editora: Galera Record | Páginas: 416 | Nota: 4/5

E aí, quem já leu o livro (ou a série)? O que achou?

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

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