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22. Mai. 2014

A Mediadora 1-6 (Meg Cabot)

Arquivado em: Livros são amor

Desde que comecei a falar sobre livros aqui no blog, algumas pessoas me indicaram a série A Mediadora da Meg Cabot e, como eu sou fã da autora (e tenho o “sonho” de ter/ler todos os livros publicados por ela [até aqueles que não recebem críticas muito boas]) estava ansiosa pra fazer isso.

No começo desse ano li os dois primeiros em dois ou três dias e decidi que só iria ler a sequência assim que eu tivesse todos os 6 livros na estante. Quem assistiu o Book Haul de Março viu que recebi os três livros que faltavam (pois é, antes eu tinha os dois primeiros e o último hehe) então na semana passada não resisti e fiz uma ~maratona de A Mediadora~.

Suzannah (Suze) é uma adolescente de 16 anos que nasceu com a benção (ou maldição como ela considera) de enxergar e falar com os mortos. Desde criança ela está acostumada a ajudar as pobres almas que ficam vagando pela Terra a descobrir o que as prendem nesse mundo para que elas possam seguir para onde quer que as almas vão depois que deixam o corpo (e resolvem as pendências na Terra, claro).

A série tem 6 livros publicados (e todos já têm edição brasileira), mas a Meg Cabot já está escrevendo um sétimo livro (Remembrance) previsto para o segundo semestre de 2015.

Vou falar um pouquinho do que acontece em cada um dos livros. Como não gosto de spoilers, não se preocupe que tomarei muito cuidado com o que vou escrever, mas, se preferir, pode ler só o que acontece no primeiro livro e deixar pra depois os outros ;)

A terra das sombras: a série começa com Suze se mudando de Nova York para Califórnia. Sua mãe, depois de muitos anos solteira viúva, casou-se com Andy e agora Suze ganhou não só um padrasto, mas também 3 meio-irmãos e uma vida na Califórnia (digamos que ela não estava muito feliz por sair de NY).

Ao conhecer o seu novo quarto, Suze vê um homem de 20 e poucos anos lindo e charmoso com roupas de outro século. Sim, Jesse é um fantasma que está vagando pelo quarto de Suzannah (onde ele foi assassinado) há mais de 100 anos, mas ele definitivamente não é o problema que ela terá que enfrentar nesse livro e sim uma garota da sua nova escola que se matou por causa do namorado e está decidida a se vingar por não estar mais viva.

O arcano nove: no segundo livro, Suzannah começa a sair com Tad Beaumont, um jovem rico e bonito, que pode virar o seu futuro namorado. A sua vida e seus planos amorosos estão indo bem até que ela recebe a visita de uma mulher que foi assassinada  e, tudo indica, que o seu assassinato teve algo a ver com a família de Tad. Para descobrir mais a fundo, Suze acaba colocando a sua vida em risco.

Esse foi o livro que menos gostei da série, mas terminei bem rapidinho também.

Reunião: Suze está tranquila na praia curtindo a primavera com suas amigas quando percebe 4 jovens vestidos de forma elegante tentando roubar cerveja. Não demora muito para que ela descubra que esses jovens são os “Anjos da RLS” que morreram em um acidente de carro quando estavam voltando de uma festa de formatura. No outro carro envolvido no acidente estava Michael Meducci, um colega de Suze, e enquanto ela tenta salvá-lo dos espíritos em fúria acaba descobrindo muitas coisas.

A hora mais sombria: esse é o primeiro verão de Suze na Califórnia e ela descobriu que na sua nova família só há duas opções de como passar o verão: trabalhando ou estudando. Ela escolhe a primeira opção e, enquanto trabalha como babá no Peeble Beach Hotel and Golf Resort acaba conhecendo Jack um pequeno mediador (a criança que ela cuida) e, de brinde, Paul, o irmão mais velho e muito lindo de seu pupilo.

A vida dela estava tranquila até que seu meio-irmão estava cavando o jardim para a futura piscina e encontrou cartas de Maria de Silva, a jovem com quem Jesse (o fantasma lindo que mora no quarto de Suze) deveria ter se casado há 150 anos. Depois dessa descoberta ela recebe uma visita violenta e ameaçadora do espírito de Maria de Silva exigindo que ela impedisse que continuassem cavando o jardim.

Devorei esse livro e o final me deixou “Oh!”. Um dos meus favoritos da série.

Assombrado: Suze estava certa que depois de toda confusão que ela teve que resolver em A hora mais sombria a sua vida seria mais calma, mas descobre isso está longe de acontecer. O motivo? Paul Slater, o irmão lindo e misterioso de Jack, está de volta à Camel e agora estuda na mesma escola que ela.

Crepúsculo: no sexta e ~por enquanto~ último livro da série, Suze descobre, com ajuda de Paul, que seus poderes de Mediadora são muito maiores do que ela jamais imaginou. Ela e Paul podem voltar no tempo e impedir o assassinato de Jesse para que ele possa enfim ter a vida que nunca teve (ele morreu jovem), mas Suze não sabe se realmente quer fazer isso porque, se fizer, ela e Jesse jamais se conhecerão.

A Mediadora é aquele tipo de série que te prende e faz com que você devore os livros só para saber logo o que vai acontecer no livro seguinte. Pelo menos foi assim comigo. Durante a leitura me apaixonei por Jesse, fiquei curiosa para saber mais sobre Paul, torci para que Suze conseguisse resolver tudo e também me irritei com ela. Achei a protagonista meio chatinha, mas não a ponto de me fazer querer abandonar a série. Não pensei nisso em momento algum pra falar a verdade hehe

Enquanto estava lendo loucamente os livros pensei várias vezes “preciso colocar isso na resenha”: algumas observações e explicacões feitas pela Suze se repetem em todos os volumes e, embora isso seja legal para quem não vai ler a série toda de uma vez, acaba sendo irritante para quem está lendo um volume atrás do outro. Pronto! Agora que compartilhei esse sentimento com vocês me senti mais aliviada :P

A série foi lançada com três capas diferentes no Brasil. As primeiras (mais difíceis de achar) são ilustradas com desenhos e nelas dá para ter uma ideia melhor da história e o que iria acontecer em cada volume. A minha coleção é com a segunda versão. Sinceramente acho elas mais bonitas do que a primeira e fiquei feliz por ter conseguido completá-la assim. Já a terceira é daquelas edições “dois em um”, sabe? Não gostei muito das capas e não gostei da diagramação dessas edições econômicas (mas eu sou chata com essas coisas mesmo).

Gostei muito do trabalho de diagramação dos livros (só tive problemas com o volume 5 que veio meio “torto”, mas nada que impedisse a leitura).

Os livros dessa edição igual a minha custam em média R$40,00 (pesquisei em mais de 3 livrarias). Quem tiver interesse em ler a série em inglês, o nome é The Mediator e vocês podem comprá-la no Book Depository.*

*Agora eu faço parte do programa de afiliados do Book Depository então se vocês comprarem pelo link que vou colocar nos posts e/ou no banner lateral eu ganharei uma comissão e poderei usar o dinheiro para comprar mais livros para indicar pra vocês :) (aos poucos vou colocar esse link nos posts passados, mas por enquanto só os links a partir desse post serão comissionados) Obrigada desde já para quem fizer isso ❤

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Acho que já deixei bem claro que super recomendo essa série, né? E aí, quem já leu ou ficou com vontade de ler?

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

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15. Abr. 2014

Tamanho 42 não é gorda (Meg Cabot)

Arquivado em: Livros são amor

Ai que saudade que estava de falar sobre os livros da Meg Cabot por aqui. E que saudade de publicar resenhas literárias com frequência. Pra me organizar e manter a lista de resenhas atualizada, já fiz uma lista de livros lidos que ainda não resenhei para me programar com as fotos e textos. Quero voltar a publicá-las semanalmente.

Tamanho 42 não é gorda é o primeiro livro da série The Heather Wells Mistery, que já tem 4 livros publicados no Brasil pela Galera Record (falando na Galera, vocês já viram o meu post que foi ao ar semana passada no Blog da Galera?). Essa é uma das séries adultas da Meg Cabot e o seu título engana. Na verdade ele engana muito! Quando vi o livro pela primeira vez, sem ler a sinopse, imaginei que fosse um chick-lit em que a protagonista (no melhor estilo Meg Cabot) estivesse se sentindo um pouco acima do peso e se envolvia em várias confusões tentando encontrar um namorado.

Bom, embora a protagonista Heather Wells esteja vestindo manequim 42 e esteja se sentindo um pouco acima do peso (apesar dela afirmar que “tamanho 42 não é gorda”), esse não é o foco da história e sim uma série de assassinatos misteriosos.

Sim, você leu bem o parágrafo acima: assassinatos! Quando que eu iria imaginar que essa série é uma série policial? Nunca! Mas é claro que não é apenas uma série policial porque ela foi escrita pela Meg Cabot, ou seja, além do suspense há diversão e um pouco de loucura como todos os livros da autora.

Heather Wells tem 28 anos e se tornou uma cantora pop de sucesso entre os pré-adolescentes quando ela ainda estava no Ensino Médio. Sua vida tinha um rumo até ela ter sido chutada não só pela sua gravadora como também pelo seu noivo (que estava com outra estrela pop). Ah e pra tornar a situação ainda pior, todo o dinheiro que ela tinha foi levado por sua mãe que fugiu com o seu empresário.

Ao invés de se afundar de vez, Heather começou a trabalhar como diretora-assistente em um alojamento estudantil na Faculdade de Nova York. Seu plano era conseguir estudar de graça e construir uma nova carreira após ser aprovada nos seis meses de experiência do seu trabalho, mas as coisas ficaram complicadas quando uma garota foi encontrada morta no poço do elevador do alojamento. Enquanto todos (inclusive a polícia) trataram o caso como um acidente, Heather não estava disposta a aceitar que aquela garota tinha morrido por acaso (ou por um motivo idiota como “Surf de elevador” já que meninas não brincam disso) e decide investigar para descobrir quem é o assassino.

A trama foi muito bem trabalhada e nem um pouco óbvia – pelo menos pra mim – porque fiquei tão surpresa quanto a Heather. Ainda não li o segundo – Tamanho 44 também não é gorda -, mas pretendo fazer isso em breve.

Adorei o trabalho da editora com a capa (aliás, todas as capas dessa série estão lindas) e com a diagramação. A única coisa que me incomodou foi que cada capítulo abria com uma música da época de sucesso da Heather Wells e as letras ficaram bem bizarras em Português, mas isso não é culpa da editora, afinal, muitos reclamariam se eles não tivessem traduzido. Mentira! Mais uma coisinha me incomodou: eu não me apaixonei pelo “mocinho” da história, como normalmente acontece quando leio os livros da Meg :P

ISBN: 9788501075338 | Editora: Galera Record | Páginas: 416 | Nota: 4/5

E aí, quem já leu o livro (ou a série)? O que achou?

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

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29. Nov. 2013

Holografia: os instrumentos mortais e as peças infernais

Arquivado em: Livros são amor

Quando publiquei a resenha do livro Cidade dos Ossos eu comentei que amava os detalhes holográficos da capa e muitas pessoas me escreveram e-mails e comentários falando que os exemplares delas não tinham os “brilhinhos” e que não achavam mais livros com eles nas livrarias.

Conversei com a Manu (fofa!) que trabalha na Galera Record e ela me explicou o que aconteceu. Na primeira edição de Cidade dos Ossos eles usaram um brilho localizado que esgotou do mercado (alguém aí tem essa primeira edição? guarda com muito amor, heim?). No lançamento do terceiro livro da série (Cidade de Vidro), eles começaram a usar um novo material holográfico na capa inteira e fizeram isso também com as outras edições de Cidade dos Ossos e Cidade das Cinzas e com os livros lançados posteriormente. Parecia a solução perfeita, mas não era. Além do problema distância (o fornecedor do brilho fica em São Paulo e a editora fica no Rio de Janeiro então levava pelo menos 15 dias até os livros voltarem para a editora com a holografia), alguns leitores (principalmente meninos) começaram a reclamar que não gostariam que seus livros tivessem brilho então, a partir de agora, as edições com brilho serão de colecionador.

A série Os instrumentos mortais já foi publicada até o quinto volume (Cidade das Almas Perdidas). Quem quiser garantir o “brilhinho” na sua coleção vai precisar dar uma olhada nos sebos. Cidade das Almas Perdidas ainda tem exemplares disponíveis da primeira edição em livrarias, mas os outros eu não vi. Agora tem que ficar preparado pra garantir a primeira edição quando o livro Cidade do Fogo Celestial for lançado.

A trilogia As Peças Infernais acabou de ter a primeira edição do seu terceiro livro lançado, Princesa Mecânica, e somente essa edição terá holografia então tem que correr para as livrarias pra garantir o seu. Aliás, já estou tensa porque não tenho na minha coleção ainda haha

Todas as minhas edições tem os amados “brilhinhos” (UFA!). Anjo Mecânico (3ª edição); Príncipe Mecânico (1ª edição); Cidade dos Ossos (9ª edição); Cidade das Cinzas (5ª edição); Cidade de Vidro (5ª edição); Cidade dos Anjos Caídos (2ª edição) e Cidade das Almas Perdidas (2ª edição).

Pronto! Agora que vocês já sabem o motivo dos “brilhinhos” terem sumido das livrarias. Ah, e também já sabem como fazer pra conseguir garantir os próximos exemplares de colecionador :)

Espero que tenham gostado do post!

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

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