22. Set. 2014

Admirável Mundo Velho! (Alberto Villas)

Arquivado em: Livros são amor

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Quando li sobre esse livro em uma edição da revista Vida Simples, achei que iria gostar dele, mas não imaginava que entraria para a minha lista de livros que mais me marcaram!

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Admirável Mundo Velho! é um livro de crônicas que misturam histórias de vida do autor e expressões da língua portuguesa – que inspiram a escolha dos temas. Falas como “achei o filme um abacaxi”, “tô frito!”, “abotoou o paletó” ou “está chovendo canivete” são como portas de entrada para que o leitor conheça um pouco da vida de Alberto Villas (e se divirta muito no processo).

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Textos curtos, divertidos e sem pretensão de dar lições de vida ou provocar reflexões profundas, as crônicas de Villas se tornam, justamente por sua simplicidade, algo exemplar.

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Elas transmitem uma energia boa, e quando pego alguma pra reler consigo sentir o bem-estar que o livro trouxe quando o li pela primeira vez, em 2009.

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Como vocês podem ver nas fotos, o projeto gráfico se destaca: as laterais das páginas e as lombadas são verdes, e cada crônica é ilustrada com um desenho simples (nem sempre muito bonito, mas sempre simpático). Belo, além de confortável de ler – a diagramação é muito bem pensada.

Excelente leitura pra relaxar e esquecer um pouco os problemas!

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ISBN 9788525046451 Editora Globo Nota 5/5 Páginas 391

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Aperitivos

“Este livro é dedicado a todos aqueles que um dia acordaram com a macaca, que choraram as pitangas, que não entregaram a rapadura, que fizeram das tripas coração, que fundiram a cuca, que não deixaram a vaca ir pro brejo, que ficaram numa sinuca de bico, que um dia se estreparam, que jogaram aquele plá, que subiram nas tamancas, que ficaram em maus lençóis e que puseram as barbas de molho.”

(p. VI)

“Nós tínhamos pavor quando o diretor do Colégio Arnaldo entrava na sala de aula toda primeira sexta-feira do mês com aquele calhamaço de boletins cor-de-rosa na mão. Ficávamos de pé imediatamente em respeito àquela autoridade. Era chegada a hora de distribuir cada boletim com as notas do mês e, o que era pior, em ordem decrescente. Marcos era sempre o último e Salim sempre o primeiro.”

(p. 25/26 – Quantas notas vermelhas você tirou?)

“Aurino, Jésus e Mateus nunca levantaram a bunda da cadeira pra fazer nenhum tipo de atividade física. Passavam o dia na repartição e quando dava a hora de bater o ponto o único esforço que faziam era caminhar até o bar do Mané Doido no Mercado Central para tomar umas e outras. Eram muitas umas e outras, sempre acompanhadas e um maravilhoso jiló à milanesa, uma moela frita, um coraçãozinho de galinha ou um torresminho bem sequinho.”

(p. 81/82 – Vou fazer cooper)

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22. Set. 2014

Instaweek #36 #37 #38

Arquivado em: Fotos da semana

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A trigésima sexta semana do ano foi muito boa e cheia de pessoas legais por perto. Finalmente conheci a querida da Noelle (inclusive gravamos vídeos juntas com a Gigi) e a Luly Trigo veio passar alguns dias aqui em casa e fiz uma tatuagem nova.

A música que escolhi para o vídeo da semana foi Simple as this do ~fofo~ do Jake Bugg:

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A trigésima sétima semana começou com casamento e com muitos vídeos sendo gravados com a Luly (um deles já está no youtube e os outros serão publicados em breve). No final da semana tive a felicidade e o prazer de conhecer a Socorro Acioli e adivinha só o que fizemos entre nossos passeios? Sim, gravamos um vídeo para o canal do blog. Deu pra perceber que estou animada com o canal? Pois é! Ele passou de 61.000 inscritos e isso me deixou muito muito feliz.

A música que escolhi para o vídeo da semana foi Stay, stay, stay da Taylor Swift (minha nova queridinha hehe):

Falando em Taylor, vocês já viram o vídeo que gravei respondendo a Taylor Swift Book Tag? (já já vou gravar a Taylor Swift Book Tag 2 feita em parceria com os leitores do blog)

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Uau, nunca tinha deixado acumular três semanas para colocar todas as fotos em um post (pelo menos não que me lembre). Essa última semana que passou foi bem corrida e cansativa, mas no final das contas gostei dela. O Bookshelf tour finalmente foi gravado, editado e está subindo no youtube ;)

A música que escolhi para o vídeo da semana é You make my dreams come true de Hall & Oates, mas que muitos conhecem pela cena em que o ~amorzinho~ do Joseph Gordon-Levitt interpretou dançando em (500) dias com ela:

E aí, como foi a semana de vocês, animados para essa que começou?

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

ps: obrigada por todos os comentários deixados no post de sábado sobre “comentando o corpo alheio”.

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19. Set. 2014

A vida em preto e branco

Arquivado em: Fotografia

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Não sei vocês, mas sempre que imagino a infância e adolescência dos meus pais, enxergo tudo em preto e branco e em sépia. Pra mim é um pouco difícil (e esquisito) imaginar as cores do mundo quando eles tinham a minha idade (e menos, claro). Acho que boa parte da “culpa” dessa imaginação em “poucas cores tão específicas” são das fotografias. Todas as fotos até o casamento dos meus pais (inclusive as “coloridas”) têm um tom nostálgico e único que fazem com que elas sejam ainda mais especiais pra mim. Parece bobo, mas é como se aquelas cores ficaram presas naquele tempo e naquelas fotos. Gosto de pensar que daqui há muitos anos, as fotos “do futuro” vão ter cores e tons diferentes das fotos de hoje (independente dos filtros que usamos nelas) e que as cores que vejo e vivo hoje, vão ficar “guardadas” nas minhas lembranças e, é claro, nas fotografias. Acho que isso é uma das minhas motivações e inspirações para querer guardar tantas coisas com as minhas fotos.

Ontem minha mãe encontrou um álbum cheio de fotos de quando ela era mais jovem e todas (sem exceção) me fizeram sorrir e me encantar ainda mais não só pela possibilidade de guardar e imortalizar momentos pela fotografia, mas também pela minha mãe. Minha mãe é uma mulher incrível, linda e maravilhosa. Ela é a grande responsável pelo meu amor pela fotografia e eu só tenho a agradecer a ela pela pessoa que sou. No post de hoje vocês vão conhecer a minha mãe antes de se tornar a “minha mainha”, na época em que as câmeras digitais, a internet, o celular e muitas coisas que hoje são “comuns”, não existiam:

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Que vontade de ter uma máquina do tempo para poder fotografar o mundo com “esses tons de antigamente”, com esse “sol de antigamente”, com essas “roupas de antigamente”…

Espero que vocês tenham gostado e se inspirado ao ver essas fotos tanto quanto eu :)

Quem aí também imagina a infância e adolescência dos pais em preto e branco e em sépia?

Obrigada por tudo, pessoal!

xoxo

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